Trabalhador brasileiro está mais otimista

O Índice de Confiança do Trabalhador, uma “fotografia” exclusiva do LinkedIn do grau de otimismo dos brasileiros, mostra que os profissionais do país estão mais esperançosos quanto ao futuro, ante levantamento anterior. A pesquisa foi feita em duas etapas entre os dias 29 de junho e 26 de julho no país. Confira os destaques da segunda edição do Índice: 

  • A Confiança Individual, que mede o otimismo com a segurança do próprio emprego, as perspectivas financeiras e a chance de progressão na carreira, agora é de 54 pontos. Na sondagem anterior, o Índice foi de 51 pontos, em uma escala que vai de -100 a +100.
  • Os brasileiros aparecem mais otimistas nos três pilares que compõem o Índice. A segurança no emprego e a perspectiva financeira subiram quatro pontos cada. A chance de progressão na carreira teve incremento de 3 pontos.
  • Os profissionais que trabalham na Indústria são os mais confiantes, seguidos de perto por quem trabalha no setor de Energia e Mineração. O mais pessimistas são aqueles que atuam na área de Comunicação e Mídia, anotando uma diferença de 23 pontos na confiança total em relação aos industriários. 
  • Os trabalhadores do setor de Transportes e Logísticas são os mais confiantes em relação a uma melhora de suas finanças. Os profissionais da Saúde aparecem no grupo dos mais pessimistas no mesmo quesito.
  • Os gestores sêniores são mais otimistas — 67 pontos — do que os colaboradores que não lideram equipes — 53 pontos. 
  • Esta edição do Índice também investigou como os profissionais se sentem sobre a volta ao local de trabalho após a quarentena. No setor de finanças, 20% dos profissionais irão para escritório apenas alguns dias na semana. 41% deles disseram estar preocupados com o transporte até o trabalho. 
  • No setor de educação, 21% dos profissionais dizem se sentir obrigados a retornar ao local físico de trabalho. 65% responderam estar preocupados com a exposição a outras pessoas que não levam a sério as diretrizes de segurança sanitária. 38% expressou preocupação com a falta de medidas e diretrizes do governo ou de seus empregadores.
  • Os trabalhadores da Construção e do serviço público são os mais preocupados com falta de higienização e de limpeza no local de trabalho.
  • No setor de Software e serviços de TI, 28% dos profissionais afirmaram que seguirão trabalhando de maneira remota. 


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